Funky papi!!! Rendido às...mulheres.
Saturday, April 25, 2009
Filhas!!!
Wednesday, April 1, 2009
A verdade da mentira
Mentira - "é uma declaração feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes ou leitores possam acreditar nela. Portanto uma declaração verdadeira pode ser uma mentira se o falante acredita que ela seja falsa; e histórias de ficção, embora falsas, não são mentiras. Dependendo das definições, uma mentira pode ser uma declaração falsa genuína ou uma verdade seletiva, uma mentira por omissão, ou mesmo a verdade se a intenção é enganar ou causar uma ação que não é do interesse do ouvinte. “Mentir” é contar uma mentira. Uma pessoa que conta uma mentira, em especial uma pessoa que conta mentiras com freqüência, é um “mentiroso”."
E assim, ao longo da história foram inventadas mentiras para contornar determinadas situações que os próprios homens criaram. Isto parece um um absurdo ou então é uma forma de o homem se entreter a resolver os seus próprios enigmas. Inventam a "libertinagem", depois sensuram-na e no fim arranjam soluções de a contornar sem dar nas vistas. Podemos concluir que o maior inimigo do Homem é o próprio Homem. Bem dizia Napoleão Bonaparte "A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo." E no fundo continuamos sempre à procura do inalcansável, da perfeição, do alimenmto aos nossos egos e sofremos sempre por isso numa viagem sem retorno. Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugna-la-íamos, se a tivéssemos. O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito.
Thursday, March 26, 2009
Fernando Pessoa e o relato da "crise"
Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá a falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
(Fernando Pessoa)
Saturday, March 7, 2009
Ainda "ontem"...
Friday, March 6, 2009
O contágio da... DANÇA!!!!
A música é capaz de coisas fantásticas.....aconteceu numa estação de metro de Londres, numa segunda-feira de manhã, dia 15 de Jan 2009 11 am e todos foram trabalhar depois, com numa energia maravilhosa. 70 bailarinos misturados dançaram e acabaram interagindo com passageiros. O "show" foi planeado e ensaiado durante 8 semanas, sem o conhecimento do público, é claro!!
http://www.youtube.com/watch?v=VQ3d3KigPQM

Giro, giro, era uma surpresa dos nossos dirigentes na Assembleia da República. O ambiente anda morto por aquelas bandas...
Saturday, February 28, 2009
4 em 1 com H grande... só com Funk!
Thursday, February 19, 2009
... e fez-se luz!!! Agora já sou o maior!!!
16-02-2009 (21:20) fez-se luz!!!
Obrigado mamã!! És a maior!Friday, February 13, 2009
FALTAM 3 DIAS!!!!!
Olá nina, quero tratar de ti... EVA!! EVA!! EVA!!
Friday, February 6, 2009
O Drama, a Tragédia, o Horror...
Uma pequena viagem às portas do Inferno: http://www.youtube.com/watch?v=TuQgpvom_kI
Sunday, February 1, 2009
Second Life...
Hoje assisti ao filme português Second Life. Apesar da crítica, as expectativas que levava dissiparam-se a meio do filme. O cinema português começa a dar os primeiros passos a caminho da internacionalização e o uso do inglês com português à mistura é a prova disso. Infelizmente esta combinação nem sempre resulta, quando a meio dos diálogos explodem palavras em português e italiano, por vezes sem grande nexo tirando enfase às cenas e conduzindo o público a constantes ajustes, fazendo perder aquela sensação de envolvimento que pretendemos quando vamos ao cinema. Entre o elenco, fizeram parte vários actores de destaque dos grandes cartazes, contracenando com actores, ou melhor, pseudo-actores (apresentadores de Tv, manequins...), que pelo seu mediatismo, serviram apenas de isco ao grande público. O resultado: caras conhecidas mas sem grande carisma; gajas boas; sexo e drogas; alguns disfemismos (carvalhadas...); diálogos teatrais com recurso a clichês encenados e um argumento / história, que por ter sido paletes de vezes repetido em outros grandes filmes da sétima arte, sobretudo pelas bandas de Hollywood, não provocou aquele brainstorming à plateia, que pelo tema, merecia provocar. Um aspecto positivo a salientar, é a fotografia, com recurso a cenários e paisagens bastante interessantes, tornando algumas cenas cativantes sobretudo pela vista aérea. Foi pena o Ivo Canelas não fazer parte do elenco pois é um tipo com personalidade e que sabe dar um ar Hollywoodesco à cena nacional. Um actor Funky com certeza.Friday, January 16, 2009
Friday...Just Funk! Entrei em cruise control...
Decidi o meu epitáfio: Entrei em cruise control...
Tuesday, January 6, 2009
Mais uma arma contra um “bicho” chamado Matemática!
De entre as disciplinas que faziam parte da minha lista negra enquanto estudante, a Matemática ocupava um lugar privilegiado. Hoje tenho a plena convicção de que a forma como eram abordados os conteúdos, não era a mais apelativa. A austeridade curricular instituída naquela época, transformava a Matemática numa disciplina de referência, reflectindo todo o rigor e frieza do seu ensino tornando-a elitista no rol das disciplinas curriculares. Para além deste aspecto também pesava a qualidade pedagógica do docente assim como a postura (rígida) perante os conteúdos. Por vezes foi traumatizante... Depois cresci e tornei-me professor! E gosto! 
Não sendo professor de Matemática, e apesar das limitações que me são inerentes por natureza, reconheço cada vez mais importância na forma como são transmitidos os conteúdos. A forma como é explorado um conteúdo, utilizando o sentido lúdico e por vezes sensacionalista, cria no aluno uma certa inquietude tornando-se a Matemática um novo centro de interesse. Felizmente, é possível contrariar o ditado “burro velho não aprende…” E se o click surgiu tardiamente na minha vida, torcendo-se o pepino de pequenino, o resultado poderá produzir um aumento natural de alunos pensadores, críticos e calculista.
Deixo-vos uma proposta literária que poderá ser uma mais valia na exploração do mundo dos números a partir de um certo nível de ensino.
Malba Tahan é o pseudónimo de um escritor e matemático brasileiro já extinto, Júlio César de Mello Souza, que dedicou grande parte da sua vida ao ensino da matemática utilizando histórias da cultura oriental. O seu livro mais conhecido “O Homem que Calculava” , um dos meus livros de eleição, com tradução e edição em Portugal, está repleto de aventuras em cenários árabes, onde atractivas soluções a problemas de álgebra e aritmética nos fascinam e cativam. A personagem principal é um pastor com uma habilidade fora do comum para os cálculos, de seu nome Beremiz Samir, resolvendo problemas com grande talento e simplicidade. Por entre a Matemática envolvemo-nos em curiosos aspectos da cultura oriental, deliciosamente ornamentados por uma literatura simples mas atractiva.

Tuesday, December 30, 2008
2009 - Este ano é que vai ser!... com C.S.I. à mistura
Caros blogers, leitores casuais, curiosos, pesquisadores intencionais ou ocasionais, conhecidos, amigos e afins, quero desde já deixar o meu desejo de um Funktástico 2009 para todos. Sem hipocrisias. A sério! Mesmo, ok?! Porque faço minhas as palavras do grande Zé da Fruta: ESTE ANO É QUE VAI SER!E em 2009 não perder em TV Funkenstein :
Thursday, December 18, 2008
Um Funky Natal para todos vós
O DrFunkenstein deseja a todos os um Funky Natal, cheio de brilhantina, lantejoulas, estrelas reluzentes, cor, bolas de espelhos e muito "groove" nos corações.
Saturday, November 1, 2008
Histórias de Vidas em Sketches (II)
O aviso
Era Domingo e a “família” estava reunida. Festejava-se mais um aniversário da matriarca do clã. Tinham combinado uma celebração de evocação à experiência e à sabedoria por mais um ano. Ao se encontrarem todos reunidos decidiram entrar. Um arrepio atravessou-me a espinha, como se de algo transcendente me quisesse dizer: Saiam!
Havia gente. Muita gente. Olhavam-nos de soslaio. Enquanto uns se refastelavam com a carnificina dos seres já inanimados, outros agoniavam enquanto eram encaminhados para a fila da tortura. O tempo era tortuoso e aguardava-nos sensações horríveis. Não consegui deixar de pensar no arrependimento que me invadia. Estúpido engano o nosso.
Mais alguns minutos eternos de espera até que aquela mulher nos faz o sinal. Éramos os próximos. Pensei que talvez fosse rápido, já não aguentava mais, apenas queria sair dali o mais rapidamente possível porque o cheiro era intenso, mas infelizmente aquele era um dia negro. Lá diz o dito: “Há dias de manhã, que um homem à tarde, não pode sai à noite.”
Fomos forçados a sentar-nos. 5 por metro quadrado como prisioneiros agrilhoados e apertados numa nau escravizadora do Portugal de outrora. O desconforto começara-se a sentir, os membros inferiores estavam como que acorrentados e os tóraxes começavam a sentir-se esmagados pela pressão à retaguarda por excesso de acomodações.A mulher aproximou-se com cara de desprezo e deu-nos a escolher… Ah triste ironia, pois quem nos tinha escolhido tinham sido “Eles”.
Talvez pudesse ter sorte, mas não. Era uma autêntica roleta russa. As cartas estavam em cima da mesa e cada um aguardava com nervosismo o que irreversivelmente se poderia escolher naquele sítio horrendo, mesquinho e agoniante.
Observei os outros. Uma mulher já de meia-idade desconfortavelmente situada, visivelmente frustrada e arrependida por se ter deixado encontrar naquele lugar, olhava-me sofrida. Abanava a cabeça com um gesto de cumplicidade pela mesma desgraça pois partilhava connosco longos momentos de agonia. Entretanto, eis que alguém deixa cair dissimuladamente um bilhete em pedaço de papel gorduroso. Caiu-me no colo e quase como um reflexo fechei-o na minha mão. Fiquei apreensivo mas não me contive. Desenrolei o bilhete e dizia em letra trémula. «Saiam daqui agora. Ainda têm tempo. Isto não presta.» Fiquei perplexo e fitei os meus com ar de despreocupação. Fingi pois não lhes quis aumentar o pânico. Não mereciam nem mais um segundo de tortura.
O tempo consumia-se e mais dois idosos eram apanhados nas malhas daqueles velhacos e energúmenos. Fizeram-me pena, mas não havia nada a fazer…
Longos minutos depois, regressa a mulher do “Demo”. Traz consigo o que menos desejámos naquele sitio… Que seja rápido! – pensei. Só queria fugir dali e comigo levar os meus. Mas a tortura ainda não tinha acabado.
Ao abrir a boca uma sensação de frio e dureza atravessou-me o esófago, como se tivesse engolido um punhal. A insistência obrigou-me a repetir aquele gesto que se tornara um suplício até que finalmente e contrariando os carrascos, desisti.Com um vazio no estômago e os olhos carregados de raiva, procurei outra saída. Desta vez um pouco menos agressiva. Com a faca tive que cortar. O desespero anestesiara-me e a dor psicológica era maior do que a impressão de espetar na carne. Cerrei os dentes e aguentei…
Já prestes a terminar aquele momento de tortura, consegui sair e com um pé fora da porta jurei a mim mesmo nunca mais me aproximar daquele sítio.
Tinha sido o pior bacalhau que já comera. Frio e duro, com cebola em cima para disfarçar a incompetência do cozinheiro. As batatas eram oleosas e escassas. Só a carne do lombo de porco mereceu uma pequena consideração. E o serviço…horrível. Uma mulher mal encarada com sotaque de leste e desajeitada com o serviço, quase nos obrigava a escolher o que tinha. Já para não falar do tempo de espera até me sentar e o tempo que aguardei pela comida.
Jurei a mim mesmo, que nunca mais voltaria àquele... restaurante.
Friday, October 31, 2008
Funky Halloween!!...ou Pão por Deus.
Frankenstein versus Funkenstein
Sunday, October 26, 2008
Histórias de Vidas em Sketches (I)
Enquanto pseudo escritor, tenho passado algum tempo atrás de um computador, convencido por alguns… supostos momentos de inspiração, em criar textos. Textos auto reflexivos, textos humorísticos, irónicos ou lacónicos, textos da treta parecendo por vezes careta ou com linguagem irreverente parecendo um tipo muito à frente. Bem mas aquilo que quero hoje contar, bem aquilo que vos venho dizer é…pode-se dizer que… bem, é qualquer coisa como… (...
Hora das necessidades! Saiu de casa. Levava o seu canito pela trela enquanto que o maroto, regava aqui e ali, muros e recantos do passeio.
Gracinda Beijinho era uma velhota solitária, viúva. Era simpática e querida por todos lá no bairro. Já se arrastava mas não prescindia da voltinha diária ao fim da tarde, quase como um ritual obrigatório. Afável e respeitadora, nunca deixara ao abandono um presente mal cheiroso do seu Fiel mais que tudo.
Mas, naquele dia, quando se preparava para fazer desaparecer a prova do crime, eis que esquecera do bem dito saquinho.
Sentia-se culpada. As faces ficaram coradas de vergonha pois podia comprometer o seu sentido de cidadania. Desta e única vez, era inevitável.
Tremendo como varas verdes, a doce velhota, foi-se arrastando pela energia do cachorro, mas sempre com a desconfiança de ser vista. O seu reumático impedia que se deslocasse mais depressa.
Aproximou-se da porta de casa e quando estava prestes a entrar, o seu corpo debilitado estremeceu. Com um arrepio na espinha, sentiu-se apanhada como um rato.
- Desculpe senhora! Mas ali atrás reparei que foi algo descuidada e infringiu a lei da higiene pública. Blá, blá, blá… por isso, no cumprimento do meu dever vou ter que autuá-la. – interveio a autoridade...
Pobre Gracinda! Sem capacidade de argumento, nada pôde fazer, frente a um G.N.R. intimidador e calmeirão, com cara de poucos amigos.
No dia seguinte dirigiu-se ao posto e procedeu ao pagamento sem qualquer reclamação. 60 Euros, qualquer coisa como, um terço da sua reforma.
Saiu com a cara simpática que a caracterizava, mas com um sentimento de injustiça.
Ao atravessar a rua foi obrigada a deter-se, pois diante de si passavam 2 soldados de Cavalaria, montados em imponentes corcéis. É sabido que em algumas localidades, a G.N.R. patrulha as ruas a cavalo.
Avança dirigindo o olhar para o outro lado da rua e… quando dá mais um passo, sente o seu pé enterrar-se em algo macio, pastoso e quente. Tinha pisado três quilos de merda compacta de cavalo. Um monte de merda!
Atravessada por um sentimento de fúria, não conseguiu conter-se e solta:
- Meeerdaaaaaaa!
Nem uma resposta à sua indignação imediata. Sem que notassem o seu grito de revolta, as duas máquinas de cagar urbanas e seus “condutores”, continuaram em passo altivo e cínico, ecoando os cascos pela estrada de alcatrão por entre carros e peões...
Moral da história: Os cães ladram e a caravana passa.
Friday, October 24, 2008
Reflexão de fim-de-semana
Se um dia quiser desaparecer por sentir um enorme vazio dentro de si, vá comer! Pode ser fome. Isto não deixa de ser verdade...cada um só acredita naquilo que quer, ou então, nem acredita naquilo que gostava de acreditar.E também há Fernandos quem um dia disseram:
"O único sentido íntimo das coisas é elas não terem sentido íntimo nenhum."
Fernando Pessoa
Friday, October 17, 2008
Contrariedades
Do que é bom...desconfia-se...Sunday, October 12, 2008
Anhar ou não Anhar - Eis a questão!
Quem nunca experimentou a sensação de "Anhar", provavelmente não conhece uma das ocupações mais relaxantes, quer para o corpo quer para o espírito. Os fins de semana são as alturas ideais para o "Anhanço" e este foi especialmente um deles para a Funky family. E não é que é mesmo bom poder ficar na cama até mais tarde, sem horários para cumprir, sem rotinas para seguir! E mal te levantas, comes qualquer coisa (se for bom, melhor) e passas o resto do dia com os presuntos esticados naquele móvel celestial que se chama Sofá. Lá fora a chuva cai e a sensação de conforto aumenta. É então que o ambiente caseiro atinge uma dimensão de prazer único. Entre torradas, chazinhos e bolo de iogurte, o comando vai trabalhando constantemente na procura do canal certo. O Zaping consegue assumir função de desporto nomeadamente no desenvolvimento das articulações do polegar, o que já é qualquer coisita se me chamarem lambão. Sem dar por ela, queimam-se horas à imagem de minutos...
Anhar - o m.q. empatar (tempo); baldar-se; esticá-la; chonar; sornar; hibernar...
Wednesday, October 8, 2008
Instinto comum em naturezas diferentes...
Saturday, September 13, 2008
Conta-me como foi...
Hoje foi daqueles dias em que inevitavelmente, fui forçado a recorrer às memórias. Começou o ano lectivo e mais uma vez, assisti àquelas cenas que certamente ficarão, tal como eu, na memória de muitos e muitas… a entrada pela primeira vez na escola, vulgo “primária”. Doces anos a meia dúzia! E é especial ver a kiducha da casa também no seu debut. É lindo!É sempre um momento especial poder observar as caras daqueles minorcas. Uns cheios de entusiasmo enquanto outros de pânico numa combinação perfeita com os respectivos progenitores. Lá se vão arrastando para as salas atrás daqueles que, ao longo de 4 ou mais anos vão ser os seus mestres, amigos, pais, guarda-costas, guias ou ainda… babysitter (pena é que cada vez a cena se repita com mais frequência.)
Ao contrário de há 30 anos atrás os petizes assemelham-se mais a bebés em ponto grande, carregados com pilhas duracell mas sem o necessário controlo de autonomia na programação a que foram sujeitos, antes de serem lançados no mercado. Antigamente a malta saía de casa já com a lição estudada antes de entrar na escola. “Porta-te bem ou levas no focinho, e ai de ti que tenha que ir à escola!” ouvia eu quase todos os dias. E não é que resultava mesmo! Quatro anos depois, estava pronto para a vida. O verdadeiro artista! A “querida” e distinta professora era soberana e a partir daí estávamos à mercê de sua majestade, sem caganeirices. Agora os professores (uma espécie de reprogramadores de miúdos no início de vida escolar) têm pela frente uma tarefa bem mais complicada. Há que ir aos livros de programação, aferir escrupulosamente os passos a seguir e incutir um novo software com várias funções básicas tais como: conseguir ficar sentadinho durante mais de 10 minutos; não interagir com os colegas buzinando constantemente os ouvidos do stôr; evitar fazer xixi nas calças, meter o dedo no nariz ou fazer queixinhas para chamar a atenção. E há aqueles que ainda nem sequer sabem limpar o rabiosque, já para não falar em comer com talheres ou limpar os beiços cheios de chocolate depois de comer o gorduroso Bolicao ao intervalo. Meus amigos, garanto-vos que a tarefa não é fácil. Também um dos problemas que um professor tem que enfrentar, é aturar os paizinhos. Este capítulo exige uma formação especial já que o burgo assume-se como uma das maiores ameaças à qualidade do ar que se respira nas escolas. Sobre este assunto, um conselho é “no mercy” aos progenitores galinha. Aquela guerra é só minha e mais nada! Trata-se de “savoi faire”, ou um espécie de pressão psicológica ao estilo do “Silêncio dos Inocentes”. -Eh lá o gajo é duro, parece que sabe controlar a cena! – dizem os pais já resignados com a sorte do filho, mas já desarmados pelos limites impostos. Mas sempre antes isso que mole, o que dava azo a umas manipulações birrentas dos papás. É que começar com uma derrota em casa a coisa fica difícil pró resto do campeonato. E não é preciso ser nenhum guru da educação ou um Eduardo Sá (des)iluminado para constatar estas cenas vulgares do sistema. Hoje a psicologia é palavra de ordem nas escolas. E se as avaliações psicológicas dos pequenos ditadores se encomendam tal qual os pedidos de um movimentado restaurante da city, também seria recomendável fazê-lo aos fabricantes das peças… A verdade dos factos baseia-se sempre na origem das causas.
Contudo, e felizmente, posso dizer convictamente que os professores são melhores, mais ecléticos, mais atentos, mais capazes, mais interactivos, mais justos e muito mais funcionais. Mas como não há bela sem senão também são mais burocratas, mais resignados, menos cúmplices entre colegas, mais escravos do marketing das editoras e das marcas, mais acorrentados ao sistema. Os tempos são outros é verdade, mas porque tive uma infância “resmas” de feliz num ambiente bairrista da capital da beira baixa, não consigo deixar de me desprender deste saudosismo de época que vai e volta ao sabor dos tempos. Enquanto durar irei sempre ver esta doce imagem, com retratos de inocência e ternura que me iluminam os olhos atentos e continuando a sentir o ensino não apenas com rectidão, mas sobretudo com o coração.
Monday, September 8, 2008
(Des)articulações da (des)educação
Antes de mais, cumprimentos funkinianos a todos. Cá estou eu novamente, após uma longa pausa de férias e de início do ano laboral, no meu caso, ano lectivo. E enquanto por aí andei de lés a lés por terras lusitanas e assim o orçamento o permitisse (sim, porque vida de professor é difííííííícil), algures num castelo assombrado ministerial, se apurava um doce veneno, a servir aos servos da terrível bruxa má de seu nome Lurdes “maquiavélica” Rodrigues. Confesso que o entusiasmo não foi o mesmo de anos anteriores, e o que faço por paixão há 9 anos não deixa de o ser. Mas é com amargura e raiva interior que me embrenho nos meandros do sistema, onde (apesar do inegável valor dos professores na luta por esta nobre causa) repugna-me o sabor traiçoeiro do veneno que é a Avaliação dos professores neste molde. E não é difícil aperceber-se do nervosismo e da insegurança que paira no ar. É uma missão ingrata quer para avaliadores quer para avaliados, até porque existe demasiada cumplicidade entre colegas nas escolas e agrupamentos, alguns de uma vida de ensino. Nada será impossível, apesar das premissas picuinhas e arrogantes, que estão implícitas na avaliação de desempenho dos docentes.
Como se não bastasse, agora a nova palavra de ordem cá no sítio é ARTICULAÇÃO. Ele é porque temos que articular as actividades umas com as outras, articular currículos, articular anos de escolaridade, articular disciplinas, articular decisões entre grupos, articular interesses, etc, etc, etc. Há uns anos atrás a palavra da moda era INTERDISCIPLINARIEDADE. É o uso da terminologia implícita na evolução do ensino em Portugal no seu melhor. Isto a mim cheira-me a provocações ao trabalho de quem ensina, vindo dos senhores das secretárias na obrigação de produzir mais uns decretos, uns artigos ou uma leis completamente desadequadas a uma sociedade remendada, onde os modelos de outros países se copiam sem critério e sem escrúpulos. Não nos tomem por parvos pois temos consciência destas terminologias e sempre trabalhámos nestas bases, de acordo com os recursos, os meios e os indivíduos ao longo de anos, sempre atentos a mudanças favoráveis e actualizações constantes. Não nos façam sentir estúpidos pois todo este parlapiê não nos intimida nem nos desmoraliza.Hoje caminhamos num túnel sem luz, desarmados de convicções, como uns verdadeiras marionetas articuladas ao sabor de um governo que usa a educação de forma superficial. Um verdadeiro showbizz de sensacionalismos aos olhos dos menos esclarecidos. Inventam-se “Magalhães” e softwares com verdadeiras negociatas de grande escala, tudo em nome do progresso e das novas tecnologias... Se for para facilitar a vida aos profs, é por os putos atrás do portátil com o software adequado e os gajos aprendem sozinhos. Se calhar assim há mais tempo para perder com a dita avaliação, pois o tempo bem empregue é passado a preencher resmas de papéis. Relatórios de avaliação de tudo e mais alguma coisa, relatórios para salvaguardar o rabo dos ataques da legislação, relatórios para descargas de consciência, relatórios para retirar apoio pedagógico a alunos que disso dependem para progredirem, relatórios que ninguém lê e que no fundo irão parar ao arquivo morto. Parece-me a mim que hoje em dia o professor passa a ser o centro da educação e não o aluno. Se não fossem os constantes ataques ministeriais a esta classe não haveria tanto medo, tanta angústia e tanta necessidade de cada professor construir o melhor "abrigo" que puder e souber…E logo o sinismo e a hipocrisia se fizeram convidados.
Aqui manifesto o meu profundo desagrado pela utilização da arma mais mortífera que um governo, à imagem de uma Europa desigual, utiliza para desmantelar as classes estruturais de um povo, A ESTATÍSTICA em nome da ECONOMIA.Articuladamente falando, desejo um bom ano lectivo com muita mobilidade nas “articulações”, de preferência sem rupturas, entorses ou fracturas de um sistema que, de certeza, não passava num detector de metais de um aeroporto, pois está cheio de agrafos e de parafusos de platina…
Friday, July 18, 2008
Monday, July 14, 2008
A Vida é feita de pequenos Nadas...
Por trás de toda a complexidade da vida, existe escondido algures, um pequeno mundo de coisas simples. Estaremos nós tão ofuscados com a dinâmica infernal de existir, que nos bloqueia a capacidade de valorizar o que é simples? E porque nos deixamos perturbar tão facilmente quando, ao de leve, somos confrontados com as nossa próprias atitudes ou comportamentos?Estás a ver o que eu estou a ver?
Estás a ver estás a perceber?
Estás a ouvir o que eu estou a dizer?
Estás a ouvir estás a perceber?
Eu tenho visto tanta coisa nesse meu caminho
Nessa nossa trilha que eu não ando sozinho
Tenho visto tanta coisa tanta cena
Mais enbaquitante do que qualquer filme de cinema
E se milhares de filmes não traduzem nem reproduzem
A amplitude do que eu tenho visto
Não vou mentir pra mim mesmo acreditando
Que uma música é capaz de expressar tudo isso
Não vou mentir pra mim mesmo acreditando
Mas eu preciso acreditar na comunicação
Mas eu preciso acreditar na...
Não há melhor antídoto pra solidão
E é por isso que eu não fico satisfeito
Em sentir o que eu sinto
Se o que eu sinto fica só no meu peito
Por mas que eu seja egoísta
Aprendi a dividir as emoções e os seus efeitos
Sei que o mundo é um novelo uma só corrente
Posso vê-lo por seus belos elos transparentes
Mudam cores e valores mas tá tudo junto
Por mas que eu saiba eu ainda pergunto
Tás a ver a vida como ela é?
Tás a ver a vida como tem que ser?
Tás a ver a vida como agente quer?
Tás a ver a vida pra gente viver?
Nossa vida é feita
De pequenos nadas
Tás a ver a linha do horizonte?
A levitar, a evitar que o céu se desmonte
Foi seguindo essa linha que notei que o mar
Na verdade é uma ponte
Atravessei e fui a outros litorais
E no começo eu reparei nas diferenças
Mas com o tempo eu percebi
E cada vez percebo mais
Como as vidas são iguais
Mudam as caras
Mas todas podem ter as mesmas expressões
Mudam as línguas mas todas têm
Suas palavras carinhosas e os seus calões
As orações e os deuses também variam
Mas o alívio que eles trazem vem do mesmo lugar
Mudam os olhos e tudo que eles olham
Mas quando molham todos olham com o mesmo olhar
Seja onde for uma lágrima de dor
Tem apenas um sabor e uma única aparência
A palavra saudade só existe em português
Mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência
A solidão apavora mas a nova amizade encoraja
E é por isso que agente viaja
Procurando um reencontro uma descoberta
Que compense a nossa mas recente despedida
Nosso peito muitas às vezes aperta
Nossa rota é incerta
Mas o que não incerto na vida?
Tás a ver a vida como ela é?
Tás a ver a vida como tem que ser?
Tás a ver a vida como agente quer?
Tás a ver a vida pra gente viver?
Nossa vida é feita
De pequenos nadas
Um pensamento, uma palavra, uma risada
Uma noite enluarada ou um sol a se pôr
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
Simpatia é quase amor
Uma luz acendendo, uma barriga crescendo
Uma criança nascendo, obrigado senhor
Seja lá quem for o senhor
Seja lá quem for a senhora
A quem quiser me ouvir e a mim mesmo
Preciso dizer tudo que eu estou dizendo agora
Preciso acreditar na comunicação
Se o que sinto fica só no meu peito
Por mais que eu seja egoísta
Aprendi a dividi minhas derrotas e minhas conquistas
Nada disso me pertence
É tudo temporário no tapete voador do calendário
Já que temos forças pra somar e dividir
Enquanto estivermos aqui
Se me ouvires cantando, canta comigo
Se me vires chorando, sorri
Tás a ver a vida como ela é?
Tás a ver a vida como tem que ser?
Tás a ver a vida como agente quer?
Tás a ver a vida pra gente viver?
Nossa vida é feita
De pequenos nadas

Thursday, July 10, 2008
"Abram alas para o pequeno Funkenstein ..."

Monday, July 7, 2008
Funky Team BTT no Alentejo sem lei...
A Funky Team Extreme BTT de Mafra (de verde ao centro) teve o prazer de ser patrocinada pelo Blog DrFunkenstein. O evento de XC "competitivo" mas não profissional, decorreu no dia 5 de Julho denominado de "4 Horas de resistência de Tolosa" (Nisa-Alentejo). Apesar do calor extremo participaram cerca de 40 equipas, desde participantes em categoria individual ou até 3 elementos no máximo. A Funky Team Extreme BTT participou com uma dupla conhecida do Oeste (Rui em Merida Carbon Team e Jonas em Specialized Epic Carbon) e contabilizou 9 voltas a um circuito de cerca de 11 km rolantes mas com algumas subidas traiçoeiras e descidas técnicas, alcançando a 9ª posição da clasificação geral. Nada mau pra quem dedicou toda a tarde a pedalar em alta intensidade com intevalos de descanso individual de cerca de 28 minutos de média, o que revela algum sacrifício e espírito de equipa por uma paixão comum que são as Bikes Todo Terreno. A dupla está de parabéns!
Fica também uma saudação especial aos camaradas do Oeste que alinharam com as camisolas da Bicigal e que entraram na boa onda de convívio aliado à competição.
No final o balanço foi positivo. Depois de uma tarde a afunkalhar em cima da bike, a fiel companheira na procura de adrenalina, e sempre a bombar com o groove nas pernas, posso dizer que a satisfação foi enorme...
A dupla da Funky Team Extreme BTT Mafra
Frases do dia:
"Poucos mas bons";
"Quem corre por gosto não cansa";
"Não é dor, é paixão",
"A dor é momentânea, mas a "satisfação" é terna..."
Aqui fica um cheirinho da última subida do percurso em direccão ao campo de futebol onde eram feitas as transições e a chegada. Sempre a abrir...
Wednesday, July 2, 2008
O medo de hoje, a realidade de amanhã...Diesel-10 euros o litro
Se há coisas que acho ridículo é a persistencia do governo em abstrair-se da actual situação do preço dos combustíveis. O nosso Estado é um estado masoquista, pois adora asfixiar-se com as próprias medidas. Auto alimenta-se com os impostos dos combustíveis, IVA, e outros, mas no entanto asfixia as suas células (povo) tornando-as incapazes de suportar a forma de vida a que estão sujeitos. E prevê-se que o agravamento seja contínuo e assistiremos assim à morte de um povo por doença prolongada... Antídoto precisa-se!! Não será a baixa de preços um estímulo para a nossa economia, ou continuaremos eternamente escravizados por lobies e ditadores ocultos de fato e gravata.Eu já comecei a pensar seriamente nesta situação e provavelmente a utilização do automóvel será um luxo daqui a uns tempos. Só mesmo pessoas abastadas o poderão fazer. Ainda havemos de chegar ao extremo de entrar em cenas ao estilo do filme "Mad Max" com Mel Gibson, onde se lutava ferozmente entre paisagens desertas e remostas, com veículos improvisados, por umas gotas do tão precioso combustível.

Monday, June 30, 2008
"If you got Funk, you got style"
Monday, June 23, 2008
ENCONTRA-TE OU PERDE-TE! Eis a questão...
Agora que terminou uma fase de euforismo futebolístico (sob a tutela de compromissos patrióticos inerentes), com uma pitada de stress laboral que está pela hora da morte ou pelo menos aparenta e de algumas dúvidas existenciais escravizadoras do egos dependentes do tão esperado subsídio de férias, chegou o momento. O momento para aqueles que se perderam no funktástico caminho da vida, de se encontrarem ou mesmo reencontrarem consigo ou com as outras almas que partilham este espacito de Terra no meio da imensidão negra que é o espaço sideral…. Eh pá! Isto tá profundo, não acham?!Vivemos de encontros e desencontros connosco e com os outros. Procuram-se respostas para aquilo que não se quer ver. Ou melhor, às vezes a cena é tão grande que se torna difícil apreciar as formas. Lembro-me de um tipo que chegou pela primeira vez a uma terra onde havia um enorme e famoso palácio. O autocarro parou mesmo em frente. O palácio era tão grande que quando chegou perguntou a um dos locais onde ficava o imperioso monumento. Tudo isto deveu-se à falta de perspectiva. A perspectiva na análise das coisas que estão à volta do poderoso Ego, aquele monstro verde à imagem do Hulk, que dorme num canto escuro do nosso subconsciente à espera de ser acordado.
Confesso que começo a ficar farto de observar indivíduos numa frenética procura pelo “santo Graal”. Afinal a Psique comanda a vida ou a vida comanda a Psique? E porque é que afinal glorificam este tal de Bob Proctor, (em português: Bobão como um Tractor) com um mistério que diz que é uma espécie de Segredo e tal. Sinceramente começo a ficar enjoado com todas estas cenas da auto-ajuda e das místicas ocultas que regem as vidas dos terráqueos. E mais. Estes livrinhos de cabeceira são autênticos cogumelos alucinogénicos, que não fazem mais do que activar os cérebros na procura da felicidade eterna. Fazem parte da engrenagem de uma dinâmica existencial. Em linguagem simples, são o óleo pra fazer andar o motor afinado. E isto só acontece, porque Deus não conseguiu inventar o Homem, com um sistema de “self cleaning”. O Tipo foi esperto, compactuou com o Demo e fizeram um acordo. Um inventou a máquina, mas o outro tem a exclusividade da manutenção. E depois veio o Yang e o Yin, o bem e o mal, o céu e a Terra… O céu representa o suposto “paraíso” e a Terra, o infernus operandus do homo sapiens sapiens.
Na verdade, só há que saber tirar partido das pequenas coisas. Por mais insignificantes que sejam. Relativizem-se as vitórias, pequenas ou grandes, as derrotas (ai, cada vez que me lembro dos quartos de final, dá-me cá uma azia…) pessoais ou colectivas, o excesso de trabalho, os prazeres escassos e a falta de guita para desanuviar da crise. Tudo é relativo num mundo que teima, de forma obcecada em definir e teorizar de forma irrefutável todas as verdades e mentiras.
E como é bom, mesmo bom, saber apreciar a carícia de um raio de Sol; a simplicidade de um olhar, um cumprimento; o cheiro da sardinha num arraial ali perto; ouvir um som funk com uma imperial fresquinha sentado na varanda da sala e ser coberto pelo brilho das estrelas e da lua; sentir a brisa na face numa noite calma de Verão; um passeio à descoberta do próprio quintal por entre as hortaliças. Isto é único e há quem ainda nunca o tenha descoberto. E porque as verdades estão sempre mais perto do que se imagina, talvez possam encontrar o verdadeiro EU debaixo de uma alface à conversa com um caracol.
Neste mundo materialista, infelizmente o estado de espírito de muita gente é seriamente afectado pela falta de cobres, ou melhor, pela vontade de ter mais para conseguir explanar todas as fantasias e mitos que se transformam em angústias. Essas fantasias que nos incutem, só servem mesmo para nos derrubar o espírito. É claro que o sacana do Lúcifer, tem uma panóplia infindável de truques sujos para nos empurrar contra o “muro das lamentações”. Aquilo que parece bom nem sempre o é, por isso devemos ler sempre o rótulo das embalagens. (Sugiro uma leitura pelo livro “Eu Lúcifer” de Glenn Duncan).
E esta vai para a Alexandra Solnado. Filha, com tantas conversas com Jesus, já deves ter criado um chat. Pois é, o que faz falta é entreter a malta, quando não se sabe explicar porque é que a tampa salta…


